Não sei de onde,
Não sei para onde...
Não sei porque se revoltam...
Não sei o que procuram
Num sereno movimento,
Não sei porque se revoltam...
Não sei o que procuram
Num sereno movimento,
Constante...
Dum ser inquieto
Que procura o sentimento
Na fuga do mesmo...
No eterno desconhecido de feto
Que se julga sabedor...
Dum ser inquieto
Que procura o sentimento
Na fuga do mesmo...
No eterno desconhecido de feto
Que se julga sabedor...
Em passos apreçados
De cansaços e fardos
De uma escolha sem sabor
Do sonho pintado!
Não sei o que procuram,
Mas vão e voltam
Nas eternas diferenças
E letras que se queixam
Num jogo de crenças
Que desunem o mundo
Na igualdade de asa...
De cansaços e fardos
De uma escolha sem sabor
Do sonho pintado!

Não sei o que procuram,
Mas vão e voltam
Nas eternas diferenças
E letras que se queixam
Num jogo de crenças
Que desunem o mundo
Na igualdade de asa...
Alguém que lhes pergunte
Eu não quero...
Conhecer ou julgar...
Eu não quero...
Conhecer ou julgar...
Por nada espero...
Voo em qualquer cidade
Em qualquer jardim,
Em qualquer recanto...
Em qualquer jardim,
Em qualquer recanto...
Na leveza de vaidade
De saber que não encanto
De saber que não encanto
Qualquer quadro
E certeza imperfeita
De que o sonho que canto
De que o sonho que canto
É uma união a descobrir
De uma vivência feita!
De uma vivência feita!
9.6.2009
és ar
ResponderEliminarterra
fogo
água
o meu sopro
o meu todo
o meu nada
és tudo em mim borboleta :D