quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Futuro?

Estás aqui porquê?
Então mas isso não se vê?
Não sei...
Para ser artista,
pelo menos tentei...
Mas arrisca!
eu já estou a arriscar,
passar os dias com desenhinhos
a riscar
e com livros aos quadradinhos
é um grande risco.
porquê? Não é o que gostas?
achas que caíste no isco,
admites?
O quê?
quanto apostas?
De quê?
que conheço o risco,
que carrega as tuas costas?
que queres dizer?
porquê?
Porque é estranho queres saber,
tanto e tão especificamente.
Por causa do futuro!
isso cansa-me a mente
não gosto de pensar em coisas vagas
e muito incertas...
Eu juro,
que é importante, preencher vagas
nas faculdades certas
da área melhor

Futuro? só vejo um grande muro...
de incertezas...
e um ceú muito escuro
com muito poucas clarezas...
Agora que admites,
fala-me desse muro...
se é muro e escuro,
nada transmites,
que há a falar?
Muito, está pouco claro
há que clarear
fala do geral e do raro
vai a todo o lado
percorre toda a nuvem
e depois lança o dado
vais ver que há menos ferrugem...

Artista?
SIM! eu adoro e faz bem ao gosto.
serve de arte e pista
e também de encosto!
NÃO! Artes é desemprego,
pouco dinheiro e desgosto
não compra nenhum sofá...
Então o que se faz por cá?
vamos já recuperar ciências
Ciências é intelecto
faz bem á mente
E muito boas vivências
rigoroso e correcto
vem carregado do consciente
e de um grande deserto
de vida, de imprevistos,
deserto de inovação e vistas sensuais
vem cheio de sitios pisados
de filmes vistos
e de pontes demasiado seguras e banais...
Ok! vamos pensar...
E economia?
nem pensar, só números na cabeça.
É só procurares na solução a fisionomia
Como? E tem isso?
sim... vem da forma,
que tem o gosto de resolver,
de saber descobrir...
Não... tem uma norma
muito propria de fazer
todos sabem
e se não, aprendem...
É muito...
olha, não vou falar mais?
Porquê?
Sou indecisa,
Indecisa de mais
Depois logo se vê
Improvisa
Esquece os ditos "normais"...



NÃO DIGAS...


Mais nada... já foi tudo,já foi demasiado, e foi muito pouco... há quem queira essse lugar...

Revolta das proporções...


Revolta das proporções!
revoltas
caras
Corpos
Movimento
linhas raras
traço sem pêlo
Aproveito a roupa para panejamento
deita fora as aparas
Afia bem o lápis, muito zelo
pouco brincadeira e muito sustento
na atenção empregue!
Jà chega! E o sentimento?
Não quero um corpo bem real
Nem uma cara bem estruturada
Prefiro o momentâneo
pouco trabalhado
nem que seja desfigurada
disforme e completamente irreconhecivel...
Prefiro rasgar
e gastar muitas e muitas folhas
e nenhum ficar aplaudível
Mas assim posso desenhar
A natureza que voa á solta
Coisas que não existem no modelo
modificar o cabelo
Uma pessoa que anda à volta
na mão leva um barco rabelo
E um olho na testa
Uma mão solta
E uma risada forte
é tudo o que me resta...

Para vivenciar nadas...


Abri um dos meus caderninhos á procura de alguma coisa, fui à parte dos segredos e encontrei de tudos, poemas escritos em conjuntos, montes deles; bilhetes de carrossel; desenhos, palavras, voos, inseguranças, seguranças, medos e liberdades.... Entre eles estavam duas folhinas rasgadas de um livro.... São duas folhas que um dia me deste das páginas 37, 38, 39 e 40 de um livro que só tu sabes qual é... Deste-mo apenas por causa do poema das páginas 38 e 39 porque tinha um poema que falava de uma borboleta... e era assim que tu me chamavas... O poema chama-se:
"Para vivenciar nadas"...

o que tu não sabias, e eu muito menos é que o primeiro poema e o ultimo também eram importantes, eram três fases , três, o nosso número, o número do triângulo... E ainda bem que não sabiamos....

O primeiro, "ser SER" é o nosso encontro, onde começamos a escrever juntas e a conhecermo-nos aos poucos através de poemas que só procuram saber o que nós eramos, o que é ser, o que é a liberdade, e como sermos livres, como sermos nós mesmas, a diferença entre estar a ser, e como ser sempre SER.
O segundo representa aquela fase em que todos já nos identificavamos, tu eras a sereia, já reconheciamos o carrossel, o falcão, a pantera, e outros que foram surgindo... e eu a borboleta... daí entao um poema sobre uma borboleta...
Quanto ao último, "Lágrima, gota lágrima (ou:todas despedidas do mundo)", não é preciso referir muito, são os meus ultimos dias contigo, muito tristes e ao mesmo tempo muito felizes, os momentos em que aproveitava os ultimos segundos contigo, os momento em que soube mesmo sentir o verdadeiro valor da amizade e só te tenho tudo a agradecer...

Página 37
"ser SER

Seja ruído
seja beijo
seja voo
seja andorinha
seja lago
seja pacatez de árvore
seja aterrizagem de borboleta
seja mármore de elefante
seja alma de gaivota
seja luz num olhar
seja um cardume de tardes
e grite: JÁ SOU"


Página 38 e 39
"Para vivenciar nadas

borboleta é um ser irrequieto.
para vestes usa pólen.
tem um cheiro colorido
e babas de amizade.
descola por ventos
e facilmente aterriza em sonhos.
borboleta tem correspondência directa
com a palavra alma.
para existir usa liberdades.
desconhece o som da tristeza
embora saiba afogá-la.
usa com afinidades
o palco da natureza.
nega maquilhagens isentas
de materiais cósmicos. como digo:
pó-de-lua, lápis solar
castanho-raiz, cinzento-nuvem.
borboleta dispôe de intimidades
com arcos íris
a ponto de cócegas mútuas.
para beijar amigs e vidas ela usa olhos.
borboleta é um ser
de misteriosos nadas."



Página 40
"Lágrima, gota lágrima
(ou: todas as despedidas do mundo)

lágrima
é uma sensação que escorrega.
mundo está seco de coisas e trans-sensações
assim a lágrima presta-se
a desressequir o mundo.
porque:
mundo está duro;
mundo está pedinchar molhadezas
que só amor tem num bolso;
mundo está ainda grande e
tão pequenino já.
lágrima, afinal,
é uma carinhosa correcção do mundo
e tem pontes com a amizade.
porque:
sinónimo sincero de amizade
é celebração.
assim mesmo, ela, húmida. bem húmida."


( guardei-as entre as páginas do livro " a cidade dos deuses selvagens", Isabell Allende, que agora estou de novo a ler, e servem de marcador para o nosso livro XD)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

"Guerreiros em campo"

As rugas de uma mão são muitas, por menos visiveis que sejam são muitas. A pele das mãos é constituída por várias linhas, cruzadas, paralelas, descoordenadas, estejam lá como estiverem constituem a pele da mesma mão e trabalham em conjunto na mesma mão. É a pele dessas mãos que nos dá a possibilidade de livremente por em prática as nossas acções.

Todos os dias actuamos, será que o fazemos de acordo com aquilo que somos? Será que as nossas mãos, o nosso corpo, realizam acções que acordo a si próprios?

Todos acordam, todos os dias e caminham para todos os lugares que são parte de um percurso para alcançar os seus sonhos, nem que sejam sonhos simples como sair à noite com os amigos ou ir à praia.

Vamos à escola para ser alguém no futuro; vamos trabalhar para darmos a nós próprios e à nossa família uma boa qualidade de vida; não estudamos porque não gostamos de estudar; não trabalhamos, bebemos, drogamo-nos e sabe-se lá mais o quê... porque já não sabemos viver de outra maneira; escrevemos porque gostamos, dançamos porque... OLHEM! JÁ CHEGA!

Isto para mim não são acções que estão de acordo com aquilo que somos... Quais sonhos? Quais rumos? Quais objectivos? Nós vivemos a correr contra os relógios, sempre a ver quem chega primeiro, só para mostrar que somos pontuais, ou que vamos onde supostamente queremos, só para mostrar que somos alguém, só para mostrar que fazemos alguma coisa.

Tudo uma grande mentira! Até as famílias entram num mecanismo tal da sociedade e de nós próprios que só as construimos para nos sentirmos menos vazios.

E ainda dizemos que temos sonhos. ( o sonho somos nós e a vida, e já existe e está na fase de ser apenas disfrutado. O resto é mera tralha humanamente estúpida, macanizada, fútil, rotineira...ou...sei lá... qualquer coisa mais!

Ainda por cima pegamos nos supostos sonhos e lutamos por eles, todos os dias, toda uma vida... Assim passamos a vida a dar um passo sempre para chegar a outro, e nunca chegamos, só chegamos um dia à morte, e vivemos para morrer...

Mas isto não tem que ser assim, nós é que nos esquecemos de ser criativos, naturais, espontâneos, viver o segundo... Passamos a vida a competir com toda a gente, até com os nossos amigos porque esses são mais parecidos connosco, logo é com quem competimos mais.

Porque é que mesmo batalhando pela mesma causa, dentro do mesmo grupo, nunca competimos uns com os outros, porque temos de ser os melhores? vivemos a competir uns contra os outros, tudo para nos sentirmos um pouco menos vazios.

Isto não é viver! A vida é paz, não é guerra e eu sou totalmente contra a guerra. Para quê guerrear se podemos falar?

Nós, nas nossas ruas e casas somos nada mais, nada menos que "guerreiros em campo". Não! Mentira, nem isso somos. Os guerreiros em campo conseguem combater em conjunto com os guerreiros do seu grupo, nós competimos mais ainda com os do nosso grupo. Somos burros! É a única coisa que somos, muito burros, e andamos aí todos com a mania que somos intelectuais e inteligentes, temos é muita palha na cabeça...

Eu detesto relógios, mas já que passam o dia a olhar para eles aprendam um pouco com eles. Imaginem que são relógios, relógios todos juntos e todos a competirem uns com os outros a ver qual tem os ponteiros mais rápidos, mais fortes ou qual é o mais bonito. uns cansam-se demais e partem, outros desanimam e param, uns são lentos demais, outros são demasiado feios para que alguém olhe para eles, outros são demasiado bonitos e esquecem-se de ser rápidos, outros perdem-se no tempo, outros são demasiado perfeitos e ficam sozinhos...

Mas os relógios obdecem a um mecanismo muito próprio e andam todos ao mesmo ritmo. Nós somos livres de andar ao ritmo que queremos e mesmo assim somos mais burros que os relógios que cumprem a sua tarefa, marcar o tempo ao mesmo ritmo de todos os outros.

A única coisa que nós precisavamos de cumprir era não atropelar os outros...

Somos uns burros que não sabem disfrutar da liberdade...

sábado, 14 de novembro de 2009

Vazio de uns... Vida de outros...

S:Tu é que o descobriste
Lá escondido

B: Tão dois triangulos
Ele esconde-se demais...
S:Quais?
B:E eu descubro-o sempre
S:Actos inconscientes e banais
Pois descobres!

B:Nós e o fernando... e nós e ele...
Falcão larga o fato em que te cobres
Se não afastas o que nos une
Perdes oportunidades
Mudas realidades
E trazes o que nos desune

S: Sim...
Pensas ser imune à dor

B: Mas escondes-te assim...
Permaneces assim...
Escondido... Sem cor...
E perdes todas as paragens...
Toda a vida... Toda a nossa viagem...

S: Levas os bilhetes
B:Todo o carrossel todo o seu sabor
Fazes promessas
Esqueces-te e não resgressas
Perdes-te na linha de comboio
O comboio passa
E somos nós quem te agarra
S: Cada travagem, curva e viragem
Esqueces o alento e sabor que te percorreram um dia?

B: Esqueces a nossa viagem...
Mergulhas na floresta invadida,
Por fumo, desgraça...
... e aterragem...
És levado na corrente...
Do mundo que nós criamos...
Esqueces a nossa vertente,
Que procura seguir
Num rumo que amamos...
Procura surgir...
Surgir num caminho com pedras...
S: Mas calma, respira
E vira a cabeça para o outro lado
Para o que tem significado
B: Esquece a mágoa, a ira,
S: Porque tu mesmo as levas...
B: E o desentendimento...
Procura ser livre
Procura ser respeitado
Educa o pensamento
Vai ao verdadeiro sentimento
E respeita o teu ser
Leva-te no vento, nos rios e no céu
S: Esquece a ida
Porque nunca nada partiu
B: Esquece a chegada
Esquece o que sorriu
Sorri de novo
Sorri esta estrada

S: Sente de novo
B: Abre os braços, sorri à tua volta
Mantém a vida abraçada
Mantém a tentação afastada
Cala o preconceito
Ergue a igualdade
Honra o teu respeito
E respeita a tua vontade
Não a força da mágoa no teu corpo
Não a do teu vício no mundo
Nada está ao contrário
S: Muda o teu trejeito
Sente a força,
Do voo
B: Relembra o teu jeito
S: Não. Não?
B: Alcança a tua asa...
Vive mais a tua casa...
Dentro do teu próprio passo
SIM... SIM...
Sê tu mesmo...
Esconde o palhaço
Que te faz rebaixar
Todos os dias ao stress e à raiva
S: Ok! não me posso deixar levar!
Mas dói
Sentir falar e não poder correr
B: Não ter medo de falhar
Deixar-me envolver
Doi... Custa...
Mas tem de ser...
Tenho de aprender a viver...
S: Três e assusta
Mas é um novo lugar
Uma nova volta
E não há volta a dar
B: Tenho que tentar
Ser livre e mergulhar
Esquecer a revolta
Pegar nos livros e estudar
Honrar a minha arte
Pensar na minha vida
Fugir à tentação
Seguir apenas na subida
Ter o espírito de um falcão...
S: A leveza de uma borboleta...
B: O amor da estação
Nas ondas de uma sereia...
A vivacidade de uma paleta
Onde também ronda a pantera
Uma simples brincadeira
Onde espreito
E a vida já o era...

S: Numa seara amarela
E laranja acriançado
Em tintas invisíveis a uns
E "resplandescentes" a outros
B: Onde o nosso tom se revela
E aos poucos deixa de ser desbotado

(B: Está bom assim? Não sereia?
Acaba assim?
S: Siiim :D)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

vou ser TIA :D


Primeira prenda do bebé :D

( ou melhor segunda, porque a primeira foram os pais que deram, a vida xD)


É isso mesmo...

Alguém como Tu...
Falar como tu...
Convívio como hoje...
Esquecer as palavras...
Estar assim á vontade...
Saber da amizade...
Momentos assim...
Falar de mim...
Amigos para a vida...
Esquecer toda a minha vida...
Significados para o mundo...
Sorrir ao segundo...
Amor para viver...
Esquecer escrever...
Simplicidade de brincadeiras...
Não correr nem nas passadeiras...
Matar a saudade,
Esquecer a habilidade...
Em algo totalemente novo,
esquecer a capacidade...
Mas conhecido...
Não ter sobrevivido...
Ser livre...
Ser vivo...

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Filosofia? Lógica?



Algures...
Nas letras gordas

Nas páginas de filosofia

Em terra de nenhures...

Significado não mordas

O neurónio da correria

Cansado de etimologia



Destinada à lógica

Surgem argumentos

Numa conversa mágica

Ou apenas rotineira

Até nos pensamentos

Em qualquer brincadeira

Respiro termos

Que seca de premissa

Será verdadeira?

Fácil esquecermos

quando o belo enfeitiça...



Mas respiramos palavras

Umas demasiado pesadas

Outras demasiado grandes

Outras caem erradas

E aí vêm indigestões

Pessoas engasgadas

Gasto-intrites

Gripes e constipações

Verborreias e diarreias

asma e rinites

Mancos e cefaleias...



E na outra ponta da bússola?

Como estará a lógica?

Precisará de estimulo?

Sentirá falta?

Sentir-se-á rica?

Sentirá os termos no cúmulo

De um ignorante que salta

De página em página?



Espero que não...

É que este estímulo

Precisa do estimulo,

Que é estimular...

Para sair do túmulo

A energia das acções

o saudável respirar...

11/11/09




sábado, 7 de novembro de 2009

Abraço...

Procurei uma foto tua pelo pc td mas não encontrei... aqui só tenho fotos tiradas recentemente com a minha máquina...
Mas o que interessa é que otro dia sonhei contigo...
Sonhei que dizias:
_Estou viva, estou aqui!
E eu dizia:
_Ai que bom, queria tanto dar-te um abraço...
E abracei-te!
Para a minha avó...

Pensamentos entre sereia e borboleta...

Sim é isso que falta.... As boas conversas....
As pessoas ligam-se tanto ao habitual, á rotina do dia-a-dia, que se esquecem de inovar, de criativizar ( o verbo passa a existir), de falar sobre coisas diferentes, porque todos os dias a nossa cabeça precisa de atenções diferentes....
Eu agora digo ás pessoas que tenho pressa para ir para casa, já me disseram que antes eu nunca queria ir para casa... Pois é... mas naão é que agora queira, só que nada de suficientemente importante me deixa ficar... Agora quero estudar, quero ter boas notas, e em casa tenho sempre muita gente, tenho sempre muito que fazer... Na rua também tenho um monte de pessoas, vários grupos delas até, ainda tenho algumas para conhecer melhor, e outras para conhecer a sério...
Mas agora estudar é mais importante! Mas nem para isso tenho tempo saio dois dias por semana às 6h40. nos outros saio às 4h55, e só tenho uma manhã livre... E depois tenho sempre muito para fazer... Outro dia fui experimentar uma arte marcial, depois digo.te o nome que não sei escrevê-lo. xD
Pois mas por mais que estude não dá para tirar as notas que quero... Geometria para que já não sei... O que antes me saía naturalmente agora simplesmente não sai... A stora já resolveu implicar com o meu traçado e descontou-mo no teste... Estava tão stressada para aquele teste, porque eu sabia que não ía ter o nosso 20 ou 19... Ele era nosso, era um trabalho conjunto...
Acreditas-te que me enganei num exercício de intersecções directa? compliquei o que é simples, e ainda por cima não soube complicar... Quando não sai naturalmente, complica-se... Manias do ser-humano... Enfim... desci de um 20 para um 14.7.... Paciência... Tu ainda viste a palavra Voa na parede, eu nem disso me lembrei :P Da próxima vou reagir e entrar nos exercícios como se fossem ruas XD tal como nós sempre fizemos xD
Desenho parece que estou no início, ou ainda pior, parece que não sei desenhar... Lá está faltam mesmo os nossos dias pela rua a desenhar tudo o que nos apetecia... Já pensei tentar arranjar outra pessoas, ou ir sozinha, mas não me apetece... Contigo é que se dsenha bem... Já falei de ti a toda a gente da minha turma, já lhes disse que nós adoravamos escrever e desenhar juntas...
Hoje tenho muito para dsenhar... Tenho muitos trabalhos em atraso xD
A stora de geometria acha que em detesto rebatimentos, e se calhar tem razão, falta-me passar tudo completamente de um lado para o outro... Falta-nos reagir um pouco mais, e escrever um pouco menos :p e depois escrevemos melhor...
Já começo a sentir uma nova fase a chamar-me, já começo a ir...
Quem me dera ter-te perto de mim para cuidar de ti... e para tu me dares inspiração e conversas...
Mas agora temos de nos lembrar como voamos antes... e não nos tinhamos uma à outra.... Temos de continuar dinâmicas, energicas e terrivelmente faladoras...
E ir com as novas pessoas, a nova fase...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Um novo rumo...


.... (Esqueci-me da frase...)...
Sei lá, são os pés de um novo rumo....

Á esquerda o meu sol :D (xaninha)
Á direita a parte roxa da minha vidinha :D (Bella)

Será que o objectivo da viagem é perder o rumo?
Onde fica o "orienta-te"?

Lembras-te?




Lembras-te quando a geometria saía espontaneamente, e era só mais um plano para ajudar uma avezita ou duas? E as lapiseiras assumiam cores, papeis, voos e voltas importantes?
Lembras-te quando ela vinha ter connosco quando andavamos nas ruas, e as paredes assumiam planos que nos traziam pontos contidos em rectas paralelas ou prependiculares ás nossas vidas e concorrentes com outras? o terrivel, o fantástico ponto de concorrência? Lembras-te?...
....

Pois...

Agora, a geometria tem muito menos responsabilidade,

mas anda um pouco mais teimosa...

Sereia...





Faltas tu nas minhas ruas...

Tu vês a vida e o mundo do mesmo plano simples e rebuscado que eu...

Vejo tantas pessoas, ruas repletas de gente, fala de tanto com tantas delas, mas as ruas continuam vazias...

Faltas tu nas minhas ruas....