Lutei pelo nosso sol
E agora, assim tão longe
E tão coberta de nuvens
Nada mais do anzol
Serve ás tuas penugens
Grandes de falcão...
e sinto-o cair,
Em ferrugens
De quem não tem razão
E tão pouco foi falir
A pensar na solidão
Costumava brincar
Com os perigos
De quem não sabe andar
Mas hoje os amigos
Têm mais que fazer
E não me posso atrasar!
E não sei mais ler
Nem escrever...
Quanto mais conselhos,
Que vinham do instinto
Ao sabor de conceitos,
Ao sabor dos vermelhos
Olhos que não minto
Ao descrever preconceitos
No mais puro exemplo
De paz no recinto
Em que os feitos
Não valem templos
Do passo extinto
Que ainda voa
No teu pensamento!
8/2/10
E agora, assim tão longe
E tão coberta de nuvens
Nada mais do anzol
Serve ás tuas penugens
Grandes de falcão...
e sinto-o cair,
Em ferrugens
De quem não tem razão
E tão pouco foi falir
A pensar na solidão
Costumava brincar
Com os perigos
De quem não sabe andar
Mas hoje os amigos
Têm mais que fazer
E não me posso atrasar!
E não sei mais ler
Nem escrever...
Quanto mais conselhos,
Que vinham do instinto
Ao sabor de conceitos,
Ao sabor dos vermelhos
Olhos que não minto
Ao descrever preconceitos
No mais puro exemplo
De paz no recinto
Em que os feitos
Não valem templos
Do passo extinto
Que ainda voa
No teu pensamento!
8/2/10