Hoje Leça da Palmeira é azul…
Uma intensa vibração, cheia de cores
Chama o porto á praia do Aterro…
Tudo cores vivas, uma noite cheia de amores
Talvez desavenças, e alguém carregando um erro
Mas as suas cores são fortes, vivas
Ideias para dançar…
Esqueceres o mundo do qual te esquivas….
Sentires-te livre…
A imaginar…
(Um mundo fantástico…)
Vejo ao longe o Restaurante azul
E o céu repleto de luzes, a rua invadida
Pelo som dos DJs e a sua arte
Entro no primeiro restaurante…
É uma rua bastante vivida
Esta noite… Onde a energia se reparte
De um molho de gente saltitante…
Um índio e o Tio Sam dão característica
A este espaço… Os relógios fascinam
Apesar dos números e dos ponteiros
Que me fazem detestá-los… E estica-se…
Aquele sorriso que passa na frente…
E todos os outros verdadeiros…
Trazem a praia… Atinge-nos rente…
Aos nossos olhos…
Mas rápido penetra na mente…
Os meus pés ganham vida…
Já não é só a rua…
Os sorrisos engolem-na… Superam-na…
E eu também sou invadida…
(Levada nesse som…)
Um delicioso crepe de chocolate
É pedido…
Posso sentir agora o seu gosto…
Apetecia-me tanto um abacate…
Mas é um crepe que tenho…
E como também adoro, saboreio…
A massa consistente…
Provo o seu desenho,
Das linhas do chocolate quente…
Enquanto vejo quatro ecrãs,
Passam o mesmo filme…
Que me recorda tanto…. Gladiador…
Uma história brilhante…
Há ainda mais um televisor
Na mesma força, da batalha
De um homem fascinante…
Morre pela sua família…Sentimos a sua dor…
E há a festa que me baralha
E os sorrisos, a musica, a sua cor…
Que me levam a ser saltitante…
Hoje Leça á azul…
O seu mar está sorridente…
Passo uma ponte que se divide…
Duas das suas pontas tentam tocar o céu…
Um barco passa e não mente,
Está confiante e calmo de prosseguir
E ignorar a ponte quebrada…
Seguro de dignidade, de vir….
Por esta vibração…Esta noite…
E navegar por esta água povoada…
A ponte enche-se de pessoas
Correndo, seguindo também o cheiro…
O som da festa…
Vejo todos… Voando… Tu algures também voas…
E sinto a vontade… Sigo o ritmo inteiro
Desta energia que se manifesta…
Leça ganha vida…
Enche-se de luzes…
Que parecem saltar do chão, dos candeeiros…
Esta noite tão divulgada… vivida…
Até os faróis saltam dos carros…
Cor, és tu que o porto seduzes…
Chamas os seus passos derradeiros
Numa cidade, de um estranho dom…
Onde habitas… Onde nos levas…
A dançar o teu som…
O corredor de Matosinhos está vazio…
A foz ainda se preenche um pouco…
As pontes continuam serenamente erguidas
Sobre os espelhos da lua ao longo do rio
E dormirá satisfeito e rouco
Quem aproveitou as cores ouvidas…
Marcados pela arte, nos aliados
Ainda se vêm alguns que esperam…
Por uma transporte que os leve…
Já com os seus olhos carregados…
Mantêm o corpo leve…
Esquece o bêbedo que cai ao teu lado…
Olha aquelas rastas…
Quero umas iguais… :p
Deixa tudo o que sabes apagado…
Esquece que as sapatilhas estão gastas…
E dança, até não poderes mais…
Uma intensa vibração, cheia de cores
Chama o porto á praia do Aterro…
Tudo cores vivas, uma noite cheia de amores
Talvez desavenças, e alguém carregando um erro
Mas as suas cores são fortes, vivas
Ideias para dançar…
Esqueceres o mundo do qual te esquivas….
Sentires-te livre…
A imaginar…
(Um mundo fantástico…)
Vejo ao longe o Restaurante azul
E o céu repleto de luzes, a rua invadida
Pelo som dos DJs e a sua arte
Entro no primeiro restaurante…
É uma rua bastante vivida
Esta noite… Onde a energia se reparte
De um molho de gente saltitante…
Um índio e o Tio Sam dão característica
A este espaço… Os relógios fascinam
Apesar dos números e dos ponteiros
Que me fazem detestá-los… E estica-se…
Aquele sorriso que passa na frente…
E todos os outros verdadeiros…
Trazem a praia… Atinge-nos rente…
Aos nossos olhos…
Mas rápido penetra na mente…
Os meus pés ganham vida…
Já não é só a rua…
Os sorrisos engolem-na… Superam-na…
E eu também sou invadida…
(Levada nesse som…)
Um delicioso crepe de chocolate
É pedido…
Posso sentir agora o seu gosto…
Apetecia-me tanto um abacate…
Mas é um crepe que tenho…
E como também adoro, saboreio…
A massa consistente…
Provo o seu desenho,
Das linhas do chocolate quente…
Enquanto vejo quatro ecrãs,
Passam o mesmo filme…
Que me recorda tanto…. Gladiador…
Uma história brilhante…
Há ainda mais um televisor
Na mesma força, da batalha
De um homem fascinante…
Morre pela sua família…Sentimos a sua dor…
E há a festa que me baralha
E os sorrisos, a musica, a sua cor…
Que me levam a ser saltitante…
Hoje Leça á azul…
O seu mar está sorridente…
Passo uma ponte que se divide…
Duas das suas pontas tentam tocar o céu…
Um barco passa e não mente,
Está confiante e calmo de prosseguir
E ignorar a ponte quebrada…
Seguro de dignidade, de vir….
Por esta vibração…Esta noite…
E navegar por esta água povoada…
A ponte enche-se de pessoas
Correndo, seguindo também o cheiro…
O som da festa…
Vejo todos… Voando… Tu algures também voas…
E sinto a vontade… Sigo o ritmo inteiro
Desta energia que se manifesta…
Leça ganha vida…
Enche-se de luzes…
Que parecem saltar do chão, dos candeeiros…
Esta noite tão divulgada… vivida…
Até os faróis saltam dos carros…
Cor, és tu que o porto seduzes…
Chamas os seus passos derradeiros
Numa cidade, de um estranho dom…
Onde habitas… Onde nos levas…
A dançar o teu som…
O corredor de Matosinhos está vazio…
A foz ainda se preenche um pouco…
As pontes continuam serenamente erguidas
Sobre os espelhos da lua ao longo do rio
E dormirá satisfeito e rouco
Quem aproveitou as cores ouvidas…
Marcados pela arte, nos aliados
Ainda se vêm alguns que esperam…
Por uma transporte que os leve…
Já com os seus olhos carregados…
Mantêm o corpo leve…
Esquece o bêbedo que cai ao teu lado…
Olha aquelas rastas…
Quero umas iguais… :p
Deixa tudo o que sabes apagado…
Esquece que as sapatilhas estão gastas…
E dança, até não poderes mais…
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