Porque é que as pessoas correm tanto?
Discutem como se os motivos
Fossem a fonte última…
Levam a razão ao profundo recanto
Dos seus nervos vivos…
E o que vês lá de cima?
Só mais uma história…
Um dia desperdiçado,
Com a irritante correria
De um conflito de um mundo
Que acordou agitado…
Estás cansado do que vês…
O que ouves é tão desnecessário
Que não estás preparado para tal…
E dói-te a cabeça, o ouvido…
Estás irritado…
Dás por ti num estado natural
De um igual gesto ferido…
Onde está o impulso marcado,
Sempre no teu olhar real?
As palavras não interessam….
Aliás estás farto delas…
É aí que regressam…
É aí que te revelas…
As palavras surgem,
E já não tens medo delas…
Dás valor…
E só interessa um dia na praia…
Sentar na esplanada,
Comer um gelado…
Ao fim do dia passear por Miragaia…
Ver a terra sentada…
Saboreando o cansaço de mais um dia…
Que bom o ultimo raio de sol,
Invadindo a cara já rosada…
Relembrar a praia que sorria…
De tanta gente nesse baile de alegria
Que é curtir uma onda…
E nadar… Nadaar! Todo o dia…
Mergulhar em todas…
Um verde vindo de algas ricas
Em marcas de peixes esvoaçantes…
Ondas do mesmo mar, constantes
E sempre únicas…
Flutuas ao vento…
Passas de fugida,
Pelo mar e pela imaginação…
E no fim do dia mergulhas na tela
Nos pincéis… Embarcas na ida
A um mundo só teu…
Onde finalmente se revela…
Expões tudo…
Esvazias tudo o que vive em ti…
E que bom que é desenhar uma vela.
E o barco está completo…
E um monte de cores, tudo o que vi,
Está neste quadro repleto…
Inundada em tinta…
O chão todo borrado…
Apenas uma lavagem de mãos sucinta…
Porque é bom…
Um dedo azulado…
E outro a desbotar o tom,
Mas ainda um suave laranja…
Guardo o cavalete,
Não gosto do quadro…
Mas é o que se arranja…
E está lá o meu novo jardim…
Onde sento a tela…
E peço calma ao mundo…
Mostro as cores espalhadas,
Descoordenadas no profundo
Arrancar de uma vivência,
Cria-se a vertente…
Agarra-se então,
Esse espaço sorridente…
Discutem como se os motivos
Fossem a fonte última…
Levam a razão ao profundo recanto
Dos seus nervos vivos…
E o que vês lá de cima?
Só mais uma história…
Um dia desperdiçado,
Com a irritante correria
De um conflito de um mundo
Que acordou agitado…
Estás cansado do que vês…
O que ouves é tão desnecessário
Que não estás preparado para tal…
E dói-te a cabeça, o ouvido…
Estás irritado…
Dás por ti num estado natural
De um igual gesto ferido…
Onde está o impulso marcado,
Sempre no teu olhar real?
As palavras não interessam….
Aliás estás farto delas…
É aí que regressam…
É aí que te revelas…
As palavras surgem,
E já não tens medo delas…
Dás valor…
E só interessa um dia na praia…
Sentar na esplanada,
Comer um gelado…
Ao fim do dia passear por Miragaia…
Ver a terra sentada…
Saboreando o cansaço de mais um dia…
Que bom o ultimo raio de sol,
Invadindo a cara já rosada…
Relembrar a praia que sorria…
De tanta gente nesse baile de alegria
Que é curtir uma onda…
E nadar… Nadaar! Todo o dia…
Mergulhar em todas…
Um verde vindo de algas ricas
Em marcas de peixes esvoaçantes…
Ondas do mesmo mar, constantes
E sempre únicas…
Flutuas ao vento…
Passas de fugida,
Pelo mar e pela imaginação…
E no fim do dia mergulhas na tela
Nos pincéis… Embarcas na ida
A um mundo só teu…
Onde finalmente se revela…
Expões tudo…
Esvazias tudo o que vive em ti…
E que bom que é desenhar uma vela.
E o barco está completo…
E um monte de cores, tudo o que vi,
Está neste quadro repleto…
Inundada em tinta…
O chão todo borrado…
Apenas uma lavagem de mãos sucinta…
Porque é bom…
Um dedo azulado…
E outro a desbotar o tom,
Mas ainda um suave laranja…
Guardo o cavalete,
Não gosto do quadro…
Mas é o que se arranja…
E está lá o meu novo jardim…
Onde sento a tela…
E peço calma ao mundo…
Mostro as cores espalhadas,
Descoordenadas no profundo
Arrancar de uma vivência,
Cria-se a vertente…
Agarra-se então,
Esse espaço sorridente…
Sempre inspiradora
ResponderEliminarBorboleta voadora!
:) adoro-te!