domingo, 14 de fevereiro de 2010

Oito!

O mesmo jogo
O mesmo tempo
Muda o espírito
Sem retorno
Apenas num novo enrugado
Sopro de grito
Onde nada é morno,
Tudo é extremado...
Um vício? Um cargo?
Um erro? Uma síndrome?
Apenas algo nos olhos,
Que se desfazem em cinza!
olho... Sinto-me!
Mas além, nada mais que olhos,
Embebidos em veias,
Aguados; Sem vida;
Sem matemática; Sem teias;
(Não acorda nem dorme)
Sem arte; Sem ida;
Só um vazio enorme!
11/1/10

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