Tantos passos!
Passos apressados;
Passos leves;
Lentos; medrosos;
Tão silenciosos e pesados;
Tão alegres de posses breves,
de uns novos sapatos orgulhosos...
Um semáforo perdido....
Mesmo a preto e branco se distingue
O irremediavel vermelho
Um consciente invadido
por uma nova balada de um ringue
frente ao acaso deste aparelho
entre um relógio e a sorte
bem antes da esquina,
do outro lado da espera
E as riscas pintadas no chão
Isto é algo que me fascina
que me leva á beleza que era
poder ver o falcão...
Dou por mim a dizer
Que o mundo está uma merda...
Mas quem sabe sentir
o que estou a ver
Sabe que merda é não saborear o vento
Saber fugir de qualquer argumento
que traga o que está a acontecer
E dou por mim envolvida
Apenas no sentimento
Assim continuo a escrever
Á procura de um pouco de vida...
Tantos passos!
Passos apressados;
Passos leves;
Lentos; medrosos;
Tão silenciosos e pesados;
Tão alegres de posses breves,
de uns novos sapatos orgulhosos...
Tão donos de seus passos...
Vejo tantas caras....
Alguns rostos conhecidos
No meio de beijinhos e abraços
Relembro as aparas
de lápis outrora reconhecidos
Nos desenhos de outras paragens
Demasiados sentidos....
Para um só dia....
Demasiadas bagagens....
é tao reconfortante
Ver as minhas caras amigas
Sinto o cheiro do meu riso confiante...
Mas penso em qualquer rumo que sigas
E sinto...A dúvida....
Relembro a fuga...
E sinto o desejo a alegria,
e o fervente orgulho
Na minha nova ruga
que nasceu da rua onde um dia
senti o peso da escolha...
É... conheci-te... Conheci-me a mim...
Intensamente senti....
O poder da oferta e da recolha...
E foi asssim...
que o mundo descobri...
Tantos passos!
Apressados; leves ou gastos...
Tantos passos!
Hoje sinto a minha escolha,
O meu mundo de sorrisos
O meu mundo de abraços....
Mas sinto a memória
O tempo que deixei....
Aquilo que agora é só uma história...
E percorro a sensação
no meio das minhas ruas de reinação
senti uma pedras entre muitas da calçada
Marcada, mas fácil aqui...
Tão previsivel e cantada
E entres tantas que piso...
Sinto a tua saudade...
A vontade de fugir...
Um desnivel no piso
Que já se faz sentir...
Passos apressados;
Passos leves;
Lentos; medrosos;
Tão silenciosos e pesados;
Tão alegres de posses breves,
de uns novos sapatos orgulhosos...
Um semáforo perdido....
Mesmo a preto e branco se distingue
O irremediavel vermelho
Um consciente invadido
por uma nova balada de um ringue
frente ao acaso deste aparelho
entre um relógio e a sorte
bem antes da esquina,
do outro lado da espera
E as riscas pintadas no chão
Isto é algo que me fascina
que me leva á beleza que era
poder ver o falcão...
Dou por mim a dizer
Que o mundo está uma merda...
Mas quem sabe sentir
o que estou a ver
Sabe que merda é não saborear o vento
Saber fugir de qualquer argumento
que traga o que está a acontecer
E dou por mim envolvida
Apenas no sentimento
Assim continuo a escrever
Á procura de um pouco de vida...
Tantos passos!
Passos apressados;
Passos leves;
Lentos; medrosos;
Tão silenciosos e pesados;
Tão alegres de posses breves,
de uns novos sapatos orgulhosos...
Tão donos de seus passos...
Vejo tantas caras....
Alguns rostos conhecidos
No meio de beijinhos e abraços
Relembro as aparas
de lápis outrora reconhecidos
Nos desenhos de outras paragens
Demasiados sentidos....
Para um só dia....
Demasiadas bagagens....
é tao reconfortante
Ver as minhas caras amigas
Sinto o cheiro do meu riso confiante...
Mas penso em qualquer rumo que sigas
E sinto...A dúvida....
Relembro a fuga...
E sinto o desejo a alegria,
e o fervente orgulho
Na minha nova ruga
que nasceu da rua onde um dia
senti o peso da escolha...
É... conheci-te... Conheci-me a mim...
Intensamente senti....
O poder da oferta e da recolha...
E foi asssim...
que o mundo descobri...
Tantos passos!
Apressados; leves ou gastos...
Tantos passos!
Hoje sinto a minha escolha,
O meu mundo de sorrisos
O meu mundo de abraços....
Mas sinto a memória
O tempo que deixei....
Aquilo que agora é só uma história...
E percorro a sensação
no meio das minhas ruas de reinação
senti uma pedras entre muitas da calçada
Marcada, mas fácil aqui...
Tão previsivel e cantada
E entres tantas que piso...
Sinto a tua saudade...
A vontade de fugir...
Um desnivel no piso
Que já se faz sentir...
O Falcão.. captei-o aqui no instante de tomar alguma decisão! No instante de avançar, ou recuar.. E tu completaste, como sempre, com as tuas palavras. Hoje tivemos geometria sabes? Não é com o nosso stor, mas a sala é a mesma, as mesmas pessoas nos mesmos lugares. E as nossas marcas por cada cantinho, senti-te lá, naquela sala, enconstada á parede, a sorrir contente! Com a tua lapiseira verde, eu hoje tinha aminha azul. Fiquei presa, e chamei-te, desejei-te ali sentada... Também passei pela nossa árvore escrita, para ter a certeza que continuava viva, e continua a tinta continua lá, tão viva! Eu olho por ele, como tu olhas por nós, prometo-te Borboleta. Passei por todos os cantinhos daquela escola azul e amarela, e desejei-te ali, chamei-te, depois sorri, senti. E olhei o Falcão.
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